Sejá Bem Vindo no Blog do 7Cavaleiro!

Este Blog é em Homenagem a Ogum.
Vou relatar algumas das lendas de Ogum.
Também algumas ervas e banhos, algumas oferendas, e procurar responder alguma duvida.
Espero que goste.

7Cavaleiro







terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Ogum é o ferreiro do Universo!


OGUM é o ferreiro do Universo, senhor da forja, aquele que modela o ferro, transformando em ferramentas e armas, dono dos caminhos, senhor das Guerras.
Sarava meu Pai Ogum, Ogum Patakori Ogunhê meu Pai!


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Ogum - Orixá da Guerra

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Como é cultuado no Candomblé
Na maravilhosa mitologia afro, encontramos a história do homem, criado por Obatalá. Tendo herdado do criador todo o reino do mundo, o homem não sabia o que fazer de tudo aquilo. Aí surgiu Ogum. foi ele quem ensinou o homem a fazer ferramentas agrícolas para cuidar da terra. Visto que o homem estava indefeso diante das feras selvagens, Ogum mostrou como fazer armas de guerra, devendo-se a ele o conhecimento da forja (confecção de instrumentos de metal).
Por tudo isso, sem dúvida, Ogum é o orixá da agricultura, da guerra e da vingança.
Sendo ele o primeiro a confeccionar objetos, ou seja, o mais antigo dos artistas, plásticos. na mesma mitologia, encontramos a figura de Gunocô, uma espécie de criado de Ogum, encarregado de guardar, no meio das matas, as suas armas e ferramentas agrícolas.
como se sabe, para os povos primitivos, os utensílios agrícolas tinham o mesmo valor que as armas de guerra. sua cor é o azul profundo (azulão), sendo o ferro seu metal predileto. Nos rituais afros, Ogum dança levando uma Obé (espada) e um elmo. Em outros rituais, é comum vermos Ogum dançando com uma saia de dendezeiro, de nome mariwô. Em seus pegis é norma encontrarmos mantos amarelos,
já que o amarelo vivo é também a cor sagrada de Ogum. Porem, o azulão é o mais tradicional. Achamos também, nos pegis, assentamentos de Ogum com uma haste de ferro com uma espada igualmente, a pedra d'Ogum, onde se colocam as armas brancas tais como punhais e facas. E não é raro encontra-se as ferramentas de Ogum, entre elas, enxadas, foices e picaretas. Existem vários tipos de Ogum, a saber: Ogum-Já , Ogum-Wari , Ogum-Omenê , Ogum-Xoroke , Ogum-Megê , Tamboncê , Jambamburu , Incôsse Cacumbe , Tê , IIhsi Mukumbe ou Rose Mukumbe , Ncôsse , Gun , Xubará.
Vale acrescentar, sobre os vários tipos de ogum já citados, que ogum já é uma mistura das personalidades do próprio orixá Ogum com o orixá Yemanjá. Ogum Xorokê é a mistura das personalidades com Exu. Esses orixás são chamadfos Meji, o que significa metade e metade o outro orixá (Yemanjá e Exu). De acordo com lendas da África, Ogum protege os caçadores nativos (e não os brancos invasores), principalmente nas caçadas a elefantes.
Ainda de acordo com tais lendas, Ogum torna os caçadores invisíveis, o que lhes serve de proteção. Quando a caçada era boa, os nativos ofereciam na árvore de Ogum que serve de representação de ogum em muitas casas de Candomblé na Bahia. Um detalhe interessante: na África, Ogum é também o deus da caça. Na Bahia, e por extenção em todo o Brasil, essa atribuição foi dada ao orixá Oxóssi.
Ogum é sincretizado com Santo Antonio e São Jorge. Em solo africano, nos pejis de Ogum, este orixá é representado por uma clava pintada de vermelho, um crânio e uma tibia humanos. No cardápio ritual de Ogum temos: azeite de dendê e pipoca - bode - galo, além de outras comidas.
Djinas de Ogum
(Ritual de Angola)
Lenide - Zanide - Ozedege - Suzekewala - Tambura - Mosimikosi - Ogunsile - Lebei - Tamalua - Tambiri - Kambalãnde - Odokã
Orô de Ogum
"Ogum uá nilé ê
Ogum uá nilé
Kama pê madê ê
Akorô uá nilé"

Ogum é o orixà da furia!


Ogum " Depois de ter conquistado a cidade de Irê, colocou na chefia do governo um filho seu. Após várias campanhas militares, Ogum retornou àquela cidade (existem diversas explicações sobre a razão do mal entendido que aconteceu depois). Conta-se que Ogum se encolarizou por não ser reconhecido ao chegar. Outras dão conta que naquele dia, por fatal coincidência , acontecia uma cerimônia onde ninguém era permitido falar, o que causou a ogum a impressão de que não o haviam reconhecido. Existe ainda a possibilidade de Ogum não ter reconhecido a cidade que um dia conquitara, tratando os moradores, então, como inimigos. Mas, em todas as versões, após matar alguns habitantes de Irê, Ogum percebeu o erro que sua cólera provocara. Foi então, mais uma vez, assolado pelas frequentes crises de arrependimento que sobrevinham às furiosas explosões características de seu temperamento. Desencantado com sua própia violência, Ogum chegou a conclusão de que não deveria mais viver. Baixou, então, a ponta da sua espada em direção ao chão e , da mesma maneira que a utilizara para destruir inimigos, destrui a si próprio, criando um grande buraco no chão e afundando por ele terra a dentro. Diz-se que teria sido essa grande e transcendente emoção que transformou o Rei Guerreiro num ORIXÀ.... um ato impetuoso em que tentava se castigar pela própria IMPETUOSIDADE>

Ogum é o orixá da equilibrio!


Ogum é um Orixá bastante respeitado e querido. Na Umbanda, são creditadas a Ogum, as demandas judmblé mais tradicional, entende ser essa função do domínio de xangô.
Os lugares consagrados a este Orixá, são todos ao ar livre.
A justiça, a verdade e a retidão são importantes para este Orixá, mas sua ocupação não é determinar o que é certo ou que é errado, mas sim, valer o que julga certo. Ogum é o que faz justiça com as próprias mãos, empreendedor e decidido, nunca deixando para outros o que julga ser problema seu. É um justiceiro, mas sem a gravidade mais contida de Xangô, nem sua autoridade quase que legal.
O caráter temperamental e quase dramático de Ogum pode ser sentido na maior parte das lendas a seu respeito.
Os filhos de Ogum tem o tipo psicológico ou arquétipo: De pessoas briguentas, impulsivas, possessivas, exigentes, não gostam de receber ordens, violentas, incapazes de perdoarem as ofensas que sofrerem, perseguem obstinadamente seus objetivos, não se desencorajam com facilidade, possuem humor mutável, são impetuosas, arrogantes e francas, difíceis de serem odiadas. E vestem-se muito bem. É assim com a maioria de seus filhos.

Ogum é o orixá do ferro!


Ogum 'Ògun"
Apesar de ogum ser único, em Irê diz-se que ele é composto de sete partes. A fraze "Ògun" méjeje lóòde Ire", faz alusão às sete aldeias, hoje desaparecidas, que exustiram em volta de Irê. É em função disso que o nº 7 é associado a Ogum e, nos lugares que lhe são consagrados, ele é representado por instrumentos de ferro, símbols de suas atividades, em número de sete, catorze e vinte um, pendurados numa haste horizontal, também de ferro. Segundo a lenda, o nome de Ògunjá é originário de louvores cantados pelos habitantes de Irê, onde existia a menção a Ògunjajá, que vem da frase ògún je ajá (Ogum come cachorro). Deus das guerras, vencedor de demandas, este poderoso orixá tem como saudação, nos terreiros de Umbanda, está frase: Ogum nhe, meu Pai. Na mitologia Africana, Ogum é homem que deixa a casa de Oxalá para viver as aventuras da guerra, pelas quais se sentia bastante atráido. Casou-se com Iansã, passando a habitar entre os homens, sempre envolvido com as grandes batalhas. Ogum pode se manifestar em diversas modalidades, linhas e falanges, conforme o ritual executado: da água, das almas, das falanges cruzadas, da terra e da linha dos caboclos: Ogum Iara, Ogum Megê, Ogum Malei, Ogum Naruê, Ogum de Ronda, Ogum Beira Mar, Ogum Sete Espadas, Ogum Sete Lanças, Ogum Matinata, Ogum Rompe Mato e outros. Como todos os outros orixás, ogum tem suas insígnias e apetrechos: Em primeiro lugar, e com destaque a espada. Também a lança, capacete, escudo e couraça de aço. Na mágica história dos deuses afros, o aço afugentava os inimigos e os fazia se tornarem fracos.
Na mitologia grega, o deus da guerra era Marte, o regente da terça-feira. Por analogia, e sendo também ogum o deus guerreiro, seu dia votivo é terça-feira. logicamente, tratando-se de um guerreiro poderoso, sua cor é o vermelho vivo. Em todos os povos, nas mais diversas culturas, o vermelho tem sido o símbolo da guerra. Talvez por ser a cor do sangue.
Ao se incorporar em seus cavalos ou aparelhos, ele chega dançando como se estivesse duelando com seus inimigos. Seu grito de guerra é alto, forte, porém incompreensível.
Ogum também pode surgir montado em um cavalo branco, como Ogum de Ronda. Ou pode surgir simplesmente com sua espada, na forma de Ogum Sete Lanças e Ogum Sete Espadas.
Ele é o senhor das encruzilhadas, aquele que abre todos os caminhos. Protege as pessoas em locais perigosos, dominando a rua com auxílio dos Exus, os reis das encruzilhadas. Como se sabe, os Exus são subordinados a Ogum. No sincretismo religioso, Ogum é São Jorge, da igreja católica. Porém, Já variações: na Bahia, por influência de origem angolana (ou nação doKêto), Ogum é sincretizado por Santo Antonio. Por outro lado, no Rio de Janeiro é sincretizado por São Sebastião e em São Paulo é São Jorge. Seja qual for o sincretismo, ele é sempre o Senhor Poderoso em quem pode confiar nos momentos mais difíceis.

Ogum é ligado a Fé. Oque leva a bandeira de Oxalá!



ORAÇÂO DE SÂO JORGE
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Chagas abertas, sagrado coração todo amor e bondade, o sangue do Senhor Jesus Christo, no corpo meu se derrame, hoje e sempre.
Eu andarei vestido e armado, com as armas de São Jorge. Para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem e nem pensamentos eles possam ter, para me fazerem mal. Armas de fogo o meu corpo não o alcançaram, facas e lanças se quebram sem o meu corpo chegar, cordas e correntes se rebentaram sem omeu amarrar.
Jesus Christo me proteja e me defenda com o poder da sua santa e dina Graça, a Virgem Maria de Nazareth, me cubra com o seu sagrado e divino manto, me protegendo em todfas as minhas dôres e aflições, e Deus com a sua Divina misericordia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos: e o glorioso São Jorge, em nome de Deus, em nome de Maria de Nazareth, em nome da phalange do Divino Espirito Santo, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, do poder dos meus inimigos carnaes e espirituais e de todas as suas más influencias, e que debaixo das patas dos seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós, sem se atreverem a ter um olhar sequer, que me possam me prejudicar.
Assim seja com o poder de Deus e de Jesus e da falange do Divino Espirito Santo . Amem
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Oração a São Jorge II
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São Jorge,cavaleiro corajoso, intrépido e vencedor; abre os meus caminhos, ajuda-me a conseguir um bom emprego; faze com que eu seja bem quisto por todos superiores, colegas, e subordinados; que a paz, o amor e a harmonia estejam sempre presentes no meu coração, no meu lar e no meu serviço; meus inimigos terão os olhos e não me verão, terão boca e não me falarão, terão pés e não me alcançarão, terão mãos e não e não me ofenderão. São Jorge vela por mim e pelos meus, protegendo-me com suas armas. O meu corpo não será preso nem ferido, nem meu sangue derramado; andarei tão livre como andou Jesus Cristo nove meses no ventre da Virgem Maria.
Amem
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Oração a São Jorge III
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Oração a espada de São Jorge
Oh! Glorioso Guerreiro São Jorge, eu te suplico confiante que serei atendido, neste momento difícil da minha vida, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, com Vossa Espada de Luta, venha cortar todo mal e principalmente ( faz o pedido ).Com a força do teu poder de defesa, eu me coloco na proteção do teu escudo, para combater o bom combate contra todo mal ou influência negativa que estiver em meu caminho. Amém.São Jorge Cavaleiro, guiai-me. São Jorge Guerreiro, defendei-me. São Jorge Mártir, protegei-me. Amem ( Todo devoto de São Jorge deve usar a espada sempre que rezar esta oração )
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Oração a São Jorge IV
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Ó Deus onipotente, Que nos protegeis Pelos méritos e as bênçãos De São Jorge. Fazei que este grande mártir, Com sua couraça, Sua espada, E seu escudo, Que representam a fé, A esperança, E a inteligência, Ilumine os nossos caminhos... Fortaleça o nosso ânimo... Nas lutas da vida. Dê firmeza À nossa vontade, Contra as tramas do maligno, Para que, Vencendo na terra, Como São Jorge venceu, Possamos triunfar no céu Convosco, E participar Das eternas alegrias. Amém!
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Ladainha de São Jorge
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Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Cristo ouvi-nos.
T -Cristo atendei-nos.
Deus pai do céu.
T - Tende piedade de nós.
Deus Filho redentor do mundo.
T - Tende piedade de nós.
Deus Espírito Santo.
T - Tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus.
T - Tende piedade, piedade de nós.
Santa Maria, Rainha dos Mártires.
T - Rogai por nós.
Santa Mãe de Deus.
Santa Virgem dos céus recebeu o Senhor Jesus Cristo.
São Jorge, que do Senhor recebestes a coroa da justiça.
São Jorge, patrono da juventude.
São Jorge, guarda dos Soldados.
São Jorge, esperança dos encarcerados.
São Jorge, fiel Mártir da fé.
São Jorge, fiel seguidor do Cristo.
São Jorge, fiel a Cristo até a morte.
São Jorge, invencível defensor da fé.
São Jorge, que renunciando ao mundo, ganhastes a Cristo.
São Jorge, que pela espada entregastes a Cristo o vosso sangue.
São Jorge, libertador dos cativos.
São Jorge, em Cristo, alívio dos doentes.
São Jorge, em Cristo, auxílio dos enfermos.
São Jorge, em Cristo, consolo dos aflitos.
São Jorge, apoio fidelíssimo de todos os congregados.
São Jorge, dos congregados exemplar mestre da fé.
São Jorge, em Cristo, destruidor de todas as vibrações malignas.
São Jorge, em Cristo, vitorioso de todos os malefícios.
São Jorge, em Cristo, neutralizador de toda a magia.
São Jorge, vencedor em Cristo, de toda a contenda do demônio.
São Jorge, que elevai ao Senhor as nossas preces.
São Jorge, que pisai e esmagai a Maldade dos nossos inimigos.
São Jorge, seja em Cristo nosso escudo e protetor.
São Jorge, sede nossa vitória sobre os nossos oponentes.
São Jorge, radiante luzeiro dos Espíritos Bem-Aventurados.
São Jorge, auxílio nos negócios de rapidez e brevidade.
São Jorge, sede nosso auxílio urgente.
São Jorge, fonte de fé e de esperança.
São Jorge, príncipe dos Mártires militares.
São Jorge, mediador dos processos urgentes.
São Jorge, que degolado deixastes este mundo.
São Jorge, nosso glorioso padroeiro.
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo.
T - Perdoai-nos Senhor.
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo.
T - Ouvi-nos Senhor.
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo.
T - Tende piedade de nós.
Cristo, ouvi-nos.
Cristo, atendei-nos
T - Cristo, ouvi-nos.
Cristo, atendei-nos.

Ogum está ligado aos seus ancestráis!


Este é meu Pai, hoje não está entre nós mas foi ele que me ensinou a andar de cavalo, e graças a ele sou o que sou homem, está foto é onde eu passei a maior parte da minha vida feita, é uma divisa da propriedade pela antiga Fepasa, eu cresci na natureza de Ogum, tinha uma campina, um mata, o rio, uma linha do trem, uma estrada. E eu devo tudo isso ao meu Pai! Que Deus o tenha em bom lugar este Blog é em homenagem ao meu Pai! Ogunhê Ogum Patakori.


ONDE ENTREGAR AS oferendas
As oferendas de Ogum Devem ser entregues na orla das matas, nas proximidades de Ruas e Encruzilhadas, estradas e caminhos de terra, nas estradas de ferro, das Quais constará o seguinte: 1 cerveja branca
1 metro de tecido vermelho
7 velas vermelhas
7 metros de fita vermelha
1 prato de barro
Feijão-preto cozido
E Devem ser arriadas entre seis e sete horas (da manhã ou da noite). De acordo com uma Entidade da vontade. Assim procedendo: dirija-se ao local, bata as mãos no chão, contando sete passos até o local de arriar as oferendas, e forre-o com o pano vermelho.abra uma garrafa de cerveja, Despejando um pouco em volta do pano, fazendo um círculo fechado. Coloque a garrafa sobre o pano, batendo-a tres vezes. Acenda as velas em volta da garrafa, comcuidado para não queimar o tecido sagrado. Coloque o feijão cozido no Prato de Barro, da garrafa junto. Enrrole uma fita em volta da garrafa sem fazer Laço e deixando as pontas soltas. Faça os pedidos e cante o ponto em voz baixa. Assim que terminar de canta-lo aposentar-se de costas.
Ponto de Ogum
Pisa na linha de Umbanda que eu quero ver Ogum Matinata ...
Pisa na linha de Umbanda que eu quero ver Ogum Beira-Mar
Pisa na linha de Umbanda que eu quero ver Ogum Iara, Ogum Megê ...
Ogum Iara, Ogum Megê ....
Ogum é vencedor de demandas
Ele vem da Umbanda pra salvar filhos de Umbanda
Ogum é vencedor de demandas
Ele vem de Aruanda pra salvar filhos de Umbanda.
Ogum, Ogum Iara ...
Ogum Iara, Ogum Megê
Salve os campos de batalha
Salve a sereia do mar.
Ogum, Ogum Iara ...
Ogum, Ogum Iara ...
Ogum já jurou bandeira
Nos campos de Humaitá
Vamos saravá todo.
Beira-Mar auê ...
Beira-mar ....
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Uma Defumação de Ogum
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Material usado:
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Espada de São Jorge
Guiné
Abre Caminho
Fumo de Corda
Pó de Café (colher 1)
Esterco de Cavalo
Esterco de um Cão
Fazer um forte Brazeiro
Acenda uma vela para seu anjo da guarda e outra para Ogum.
Começe de dentro para fora uma defumação.
Objetivo desta defumação demandas é quebrar (dificuldades Que Estiver passando)
Quando acabar de fazer adefumação reze um Pai Nosso e Ave Maria, agradecendo o plano espiritual por limpar sua casa e seu caminho.
Pegue o copo de água e jogue por cima do ombro seu, não importando se é o esquerdo ou direito, e não olhe para trás.
Faça pelo menos tres vezes, ex. 2F, 4F e 6F ou 3 semanas.
7Cavaleiro

Ogum está na força da natureza!


SAIBA COMO ERVAS DO ORIXÁ OGUM!
Açoita-cavalo-Ivitinga: Erva de extraordinários efeitos nas obrigações, nos banhos de descarrego e nos sacudimentos pessoais ou domiciliares. Muito usada na medicina caseira para debelar diarréias ou desinterias, e usada também para reumatismo,feridas e úlceras.- Açucena-rajada (Cebola Cencém) : Sua alpicação nas obrigações é somente do bulbo. Está cebola somente é usada nos sacudimentos domiciliares. A medicina caseira utiliza as folhas como emoliente.- Agrião: Excelente alimento. Sem uso ritualistico. Tem um enorme prestígio no tratamento das doençass respiratórias. Usado como xarope põe fim às tosses e bronquites, é expectorante de ação ligeira.- Arnica-erca Lanceta : É empregada em qualquer obrigação de cabeça, nos abô de purificação dos filhos do orixá Ogum. Excelente remédio na medicina caseira, tanto interna como externamente, usado nas contusões, tombos, cortes e lesões, para recomposição dos tecidos. - Aroeira: É aplicada nas obrigações de cabeça, e nos sacudimentos, nos banhos fortes de descarrego e nas purificações de pedras. Usada como adstringente na medicina caseira, apressa a cura de feridas e úlceras, e resolve casos de inflamações do aparelho genital.
Cabeluda-bacuica: Tem aplicações em vários atos ritualístico, tais como ebori, simples ou completo, e é parte dos abô. Usado igualmente nos banhos de purificação.
Cana de Macaco: Usada nos abô de filhos, que estão recolhidos para feitura de santo. Esses filhos tomam duas doses diárias. Meio copo sobre o almoço e meio copo sobre o jantar.
Cana do Brejo ubacaia: Seu uso se restringe nos abô e também nos banhos de limpeza dos filhos do orixá do ferro e das artes manuais. Na medicina caseira é usado para combater afecções renais com bastante sucesso. combate a anuria, inflamações da uretra e na leucorréia. Seu principio ativo é o estrifno. Há bastante fama referente ao seu emprego antisifilítico.
Canjerana (Pau Santo): Em rituais é usada a casca, para constituir pó, que funcionará como afugentador de Eguns e para anular ondas negativas. Seu chá atua como antifebril, contra as diarréias e para debelar dispepsias. O cozimento das cascas também é cicatrizador de feridas.
Carqueja: Sem uso ritualístico. A medicina caseira aponta está erva como cura decisiva nos males do estômago e do figado. Também tem apresentado resultado positivo no tratamento da diabetes e no emagrecimento.
Crista de Galo (Pluma de Príncipe): Não tem emprego nas obrigações do ritual. A medicina caseira a indica para curar diarréias.
Dragoeiro (Sangue de Dragão): Abrange aplicação nas obrigações de cabeça, abô geral e banhos de purificação. Usa-se o suco como corante, e toda a planta, pilada, como adstringente.
Erva-Tostão: Aplicada apenas em banhos de descarrego, usando-se apenas as folhas. A medicina popular a utiliza contra os males do figado, beneficiando o aparelho renal.
Grumixameira : Aplicado em quaisquer obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de purificação dos filhos do orixá. A arte de curar usada pelo povo indica o cozimento das folhas em banhos aromáticos e na cura do reumatismo. Banhos demorados elimina a fadiga nas pernas.- Garabu (Pau-Roxo): Aplicado em todas as obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de purificação dos filhos de ogum. Usa-se somente as folhas que são aromáticas. A medicina caseira indica o chá das folhas, pois este possui efeito balsâmico e fortificante.
Helicônia: Utilizada nos banhos de limpeza e descarrego e nos abô de ori, na feitura de santo e nos banhos de purificação dos filhos do orixá Ogum. A medicina caseira a indica como debelador de reumatismo, aplicando-se o cozimento de toda a planta em banhos quentes. o resultado é positivo.
Jabuticaba : Usada nos banhos de limpeza e descarrego, os banhos devem ser tomados pelos menos quinzenalmente, para haurir forças para a luta diária. A medicina popular indica o cozimento da entrecasca na cura de asma e hemoptises.
Jambo Amarelo: Usado em quaisquer obrigações de cabeça e nos abô. São aplicadas as folhas, nos banhos de purificação dos filhos do orixá do ferro. A medicina caseira usa como chá, para emagrecimento. - Jambo Encarnado: aplicam-se as folhas nos abô, nas obrigações de cabeça e nos banhos de limpeza dos filhos do orixá do ferro. Tem usono ariaxé (banho lustral)
Japecanga : Não tem aplicação nas obrigações de cabeça, nem nos abô relacionados com o orixá. A medicina caseira aconselha seu uso como depurativo do sangue, no reumatismo e moléstias da pele.
Jatobá (Jataí): Erva poderosa, porem sem aplicação nas cerimônias do ritual. Somente é usada como remédio que se emprega aos filhos recolhidos para obrigações de longo prazo. Ótimo fortificante. Não possui uso na medicina popular.
Jucá : Não tem emprego nas obrigações de ritual. No uso popular há um cozimento demorado, das cascas e sementes, coando e reservando em uma garrafa, quando houver ferimentos, talhos e feridas.
Limão Bravo: Tem emprego nas obrigações de ori e nos abô e, ainda, nos banhos de limpeza dos filhos do orixá. O limão-bravo juntamente com o xarope de bromofórmio, benefica brônquios e pulmões, pondo fim às tosses rebeldes e crônicas.
Losna : Emprega-se nos abô e nos banhos de descarrego ou limpeza dos filhos do orixá a quem pertence. É usada como poderoso vermífugo mais particulamente usada na destruição das solitárias, usando-se o chá. É energético tônico e debeladora de febres.
Óleo Pardo: Planta utilizada apenas em banhos de descarrego. Demuito prestígio na medicina caseira. O cozimento da raiz é indicado para curar úlceras e para matar bernes de animais.
Piri Piri: A unica aplicação litúrgica é nos banhos de descarrego. è extraordinário anti-hemorrágico. Para tanto, os caules secos e reduzidos a pó, depois de queimados, estancam hemorragias. O mesmo pó, de mistura com água e açucar extermina a disenteria.
Poincétia: Emprega-se em qualquer obrigação de ori, nos abô de uso externo, da mesma sorte nos banhos de limpeza e purificação dos filhos do orixá. A medicina caseira só o aponta para exterminar dores nas pernas, usando em banhos.
Porongaba: Entra em qualquer obrigações e, igualmente, nos abô. No tratamento popular é usada como tônico e importante diurético. - Sangue de Dragão: Tem aplicação nas obrigações de cabeça, nos banhos de descarrego e nos abô. Não possui uso na medicina caseira. - São Gonçalinho: É uma erva santa, pelas múltiplas aplicações ritualísticas a que está sujeita. Na medicina caseira usa-se como antitérmico e para combater febres malignas, em chá.
Tanchagem: Participa de todas as obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de purificação de filhos recolhidos ao ariaxé.É axé para os assentamentos do orixá do ferro e das guerras. Muito aplicada no abô de ori. A medicina popular ou caseira afirma que a raiz e as folhas são tônicas, antifebris e adstringentes. Excelente na cura da angina e da cachumba.
Vassourinha de Igreja: Entra nos sacudimentos de domicílio, de local onde o homem exerce atividades profissionais. Não possui uso na medicina popular.


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Ogum é o movimento das coisas! Lendas de São Jorge.



São Jorge


São Jorge é o santo patrono da Inglaterra, Portugal, Geórgia, Catalunha, Lituânia, da cidade de Moscou e, extra-oficialmente, da cidade do Rio de Janeiro (título oficialmente atribuído a São Sebastião), além de ser padroeiro dos escoteiros e do S.C Corinthians Paulista. No dia 23 de Abril comemora-se seu martírio. Ele também é lembrado no dia 3 de novembro, quando, por toda parte, se comemora a reconstrução da igreja dedicada a ele, em Lida (Israel), onde se encontram suas relíquias, erguida a mando do imperador romano Constantino I. Há uma tradição que aponta o ano 303 como ano da sua morte. Apesar de sua história se basear em documentos lendários e apócrifos (decreto gelasiano do século VI), a devoção a São Jorge se espalhou por todo o mundo. A devoção a São Jorge pode ter também suas origens na mitologia nórdica, pela figura de Sigurd, o caçador de dragões (ver sincretismo religioso).De acordo com a lenda, Jorge teria nascido na antiga Capadócia, região do sudeste da Anatólia que, atualmente, faz parte da República da Turquia. Ainda criança, mudou-se para a Palestina com sua mãe após seu pai morrer em batalha. Sua mãe, ela própria originária da Palestina, Lida, possuía muitos bens e o educou com esmero. Ao atingir a adolescência, Jorge entrou para a carreira das armas, por ser a que mais satisfazia à sua natural índole combativa. Logo foi promovido a capitão do exército romano devido a sua dedicação e habilidade — qualidades que levaram o imperador a lhe conferir o título de conde da Capadócia. Aos 23 anos passou a residir na corte imperial em Roma, exercendo a função de Tribuno Militar.

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Nesse tempo sua mãe faleceu e ele, tomando grande parte nas riquezas que lhe ficaram, foi-se para a corte do Imperador. Vendo, Jorge, que urdia tanta crueldade contra os cristãos, parecendo-lhe ser aquele tempo conveniente para alcançar a verdadeira salvação, distribuiu com diligência toda a riqueza que tinha aos pobres.O imperador Diocleciano tinha planos de matar todos os cristãos e no dia marcado para o senado confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando-se espantado com aquela decisão, e afirmou que os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses.Todos ficaram atônitos ao ouvirem estas palavras de um membro da suprema corte romana, defendendo com grande ousadia a fé em Jesus Cristo. Indagado por um cônsul sobre a origem dessa ousadia, Jorge prontamente respondeu-lhe que era por causa da Verdade. O tal cônsul, não satisfeito, quis saber: "O que é a Verdade?". Jorge respondeu-lhe: "A Verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e Nele confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da Verdade."Como Jorge mantinha-se fiel ao cristianismo, o imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar os ídolos. Todavia, Jorge reafirmava sua fé, tendo seu martírio aos poucos ganhado notoriedade e muitos romanos tomado as dores daquele jovem soldado, inclusive a mulher do imperador, que se converteu ao cristianismo. Finalmente, Diocleciano, não tendo êxito, mandou degolá-lo no dia 23 de abril de 303, em Nicomédia (Ásia Menor).

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Os restos mortais de São Jorge foram transportados para Lida (Antiga Dióspolis), cidade em que crescera com sua mãe. Lá ele foi sepultado, e mais tarde o imperador cristão Constantino, mandou erguer suntuoso oratório aberto aos fiéis para que a devoção ao santo fosse espalhada por todo o Oriente.Pelo século V, já havia cinco igrejas em Constantinopla dedicadas a São Jorge. Só no Egito, nos primeiros séculos após sua morte, construíram-se quatro igrejas e quarenta conventos dedicados ao mártir. Na Armênia, em Bizâncio, no Estreito de Bósforo na Grécia, São Jorge era inscrito entre os maiores santos da Igreja Católica.Na Itália, era padroeiro da cidade de Gênova. Frederico III da Alemanha dedicou a ele uma Ordem Militar. Na França, Gregório de Tours era conhecido por sua devoção ao santo cavaleiro; o Rei Clóvis dedicou-lhe um mosteiro, e sua esposa, Santa Clotilde, mandou erguer várias igrejas e conventos em sua honra. A Inglaterra foi o país ocidental onde a devoção ao santo teve papel mais relevante.O monarca Eduardo III colocou sob a proteção de São Jorge a Ordem da Jarreteira, fundada por ele em 1330. Por considerá-lo o protótipo dos cavaleiros medievais, o rei inglês Ricardo I, comandante de uma das primeiras Cruzadas, constituiu São Jorge padroeiro daquelas expedições que tentavam conquistar a Terra Santa dos muçulmanos. No século XIII, a Inglaterra já celebrava o dia dedicado ao santo e, em 1348, criou a Ordem dos Cavaleiros de São Jorge. Os ingleses acabaram por adotar São Jorge como padroeiro do país, imitando os gregos, que também trazem a cruz de São Jorge na sua bandeira.

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Ainda durante a Grande Guerra, muitas medalhas de São Jorge foram cunhadas e oferecidas aos enfermeiros militares e às irmãs de caridade que se sacrificaram ao tomar conta dos feridos de guerra.As artes, também, divulgaram amplamente a imagem do santo. Em Paris, no Museu do Louvre, há um quadro famoso de Rafael, intitulado São Jorge vencedor do Dragão. Na Itália, existem diversos quadros célebres, como um de autoria de Donatello.A imagem brasileira de São Jorge seria, possivelmente, de autoria de Martinelli.Não há consenso, porém, a respeito da maneira como teria se tornado patrono da Inglaterra. Seu nome era conhecido pelos ingleses e irlandeses muito antes da conquista normanda, o que leva a crer que os soldados que retornavam das cruzadas influíram bastante na disseminação de sua popularidade. Acredita-se que o santo tenha sido escolhido o padroeiro do reino quando o rei Eduardo III fundou a Ordem da Jarreteira, também conhecida como Ordem dos Cavaleiros de São Jorge, em 1348.De acordo com a história da Ordem da Jarreteira, Rei Artur, no século VI,colocou a imagem de São Jorge em suas bandeiras. Em 1415, a data de sua comemoração tornou-se um dos feriados mais importantes do país.

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Hoje em dia na Inglaterra, todavia, a festa de São Jorge comemorada todo dia 23 de abril tem tido menos popularidade ao longo das últimas décadas. Algumas rádios locais, como a BBC já chegaram a promover enquetes perguntando qual seria, de acordo com a opinião pública, o orago dos ingleses, e eis que o eleito foi Santo Alba. Muitos fatores contribuíram a isso. Primeiramente por ter sido substituído, segundo bula do Papa Leão XIII de 2 de junho de 1893, por São Pedro como padroeiro da Inglaterra — recomendação que perdura até hoje.Posteriormente, pelas reformas do Papa Paulo VI, São Jorge foi rebaixado a santo menor de terceira categoria (segundo hierarquia católica), cujo culto seria opcional nos calendários locais e não mais em caráter universal. No entanto, a reabilitação do santo como figura de primeira instância, e arcanjo, lembrando a figura do próprio Jesus Cristo; pelo Papa João Paulo II em 2000, conferiu nova relevância a São Jorge. Atualmente, haja vista a grande popularidade e apelo turístico de festas como a escocesa St. Andrew's Day, a irlandesa St. Patrick's Day e mesmo a galesa St. Dave's Day, têm-se formado grande iniciativa de setores nacionalistas para que o St. George's Day volte a gozar da mesma popularidade entre os ingleses como antigamente.

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Padroeiro da Catalunha
A presença documental da devoção a São Jorge em terras catalãs remonta ao século VIII: documentos da época falam de um sacerdote de Tarragona chamado Jorge que fugiu para a Itália. Já no século X, um bispo de Vic tinha o nome de Jorge, e no século XI o abade Oliba consagrou um altar dedicado ao santo no mosteiro de Ripoll. Encontram-se exemplos do culto a São Jorge dessa época, na consagração de capelas, altares e igrejas em diversos pontos da Catalunha. Os reis catalães mostraram a sua devoção a São Jorge: Tiago I de Catalunha explica em suas crônica que foi visto o santo ajudando os catalães na conquista da cidade de Malorca; Pedro o Cerimonioso fundou uma ordem de cavalaria sob a sua proteção; Afonso, o Magnânimo dedicou-lhe capelas nos reinos da Sardenha e Nápoles.Os reis e a Generalidade da Catalunha impulsionaram a celebração da festa de São Jorge por todas as regiões catalãs. Em Valência, em 1343, já era uma festa popular; em 1407, Mallorca celebrava-a publicamente. Em 1436, a Generalidade da Catalunha propôs, nas côrtes reunidas em Montsó, a celebração oficial e obrigatória de São Jorge; em 1456, as côrtes reunidas na Catedral de Barcelona ditaram uma constituição que ordenava a festa, inclusa no código das Constituições da Catalunha. As remodelações do Palácio da Generalidade (sede do governo catalão) feitas durante o século XV são a prova mais clara da devoção impulsionada por esse orgão público, ao colocar um medalhão do santo na fachada gótica e ao construir no interior a capela de São Jorge.

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São Jorge, o Dragão e a Princesa
Baladas medievais contam que Jorge era filho de Lorde Albert de Coventry. Sua mãe morreu ao dá-lo à luz e o recém nascido Jorge foi roubado pela Dama do Bosque para que pudesse, mais tarde, fazer proezas com suas armas. O corpo de Jorge possuia três marcas: um dragão em seu peito, uma jarreira em volta de uma das pernas e uma cruz vermelho-sangue em seu braço. Ao crescer e adquirir a idade adulta, ele primeiro lutou contra os sarracenos e, depois de viajar durante muitos meses por terra e mar, foi para Syle´n, uma cidade da Líbia.Nesta cidade, Jorge encontrou um pobre eremita que lhe disse que toda a cidade estava em sofrimento, pois lá existia um enorme dragão cujo hálito venenoso podia matar toda uma cidade, e cuja pele não poderia ser perfurada nem por lança e nem por espada. O eremita lhe disse que todos os dias o dragão exigia o sacrifício de uma bela donzela e que todas as meninas da cidade haviam sido mortas, só restando a filha do rei, Sabra, que seria sacrificada no dia seguinte ou dada em casamento ao campeão que matasse o dragão.Ao ouvir a história, Jorge ficou determinado em salvar a princesa. Ele passou a noite na cabana do eremita e quando amanheceu partiu para o vale onde o dragão morava. Ao chegar lá, viu um pequeno cortejo de mulheres lideradas por uma bela moça vestindo trajes de pura seda árabe. Era a princesa, que estava sendo conduzida pelas mulheres para o local do sacrifício. São Jorge se colocou na frente das mulheres com seu cavalo e, com bravas palavras, convenceu a princesa a voltar para casa.

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O dragão, ao ver Jorge, sai de sua caverna, rosnando tão alto quanto o som de trovões. Mas Jorge não sente medo e enterra sua lança na garganta do monstro, matando-o. Como o rei do Marrocos e do Egito não queria ver sua filha casada com um cristão, envia São Jorge para a Pérsia e ordena que seus homens o matem. Jorge se livra do perigo e leva Sabra para a Inglaterra, onde se casa e vive feliz com ela até o dia de sua morte, na cidade de Coventry.De acordo com a outra versão, Jorge acampou com sua armada romana próximo a Salone, na Líbia. Lá existia um gigantesco crocodilo alado que estava devorando os habitantes da cidade, que buscaram refúgio nas muralhas desta. Ninguém podia entrar ou sair da cidade, pois o enorme crocodilo alado se posicionava em frente a estas. O hálito da criatura era tão venenoso que pessoas próximas podiam morrer envenenadas. Com o intuito de manter a besta longe da cidade, a cada dia ovelhas eram oferecidas à fera até estas terminarem e logo crianças passaram a ser sacrificadas.O sacrifício caiu então sobre a filha do rei, Sabra, uma menina de quatorze anos. Vestida como se fosse para o seu próprio casamento, a menina deixou a muralha da cidade e ficou à espera da criatura. Jorge, o tribuno, ao ficar sabendo da história, decidiu pôr fim ao episódio, montou em seu cavalo branco e foi até o reino resgatá-la. Jorge foi até o reino resgatá-la, mas antes fez o rei jurar que se a trouxesse de volta, ele e todos os seus súditos se converteriam ao cristianismo.

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Após tal juramento, Jorge partiu atrás da princesa e do "dragão". Ao encontrar a fera, Jorge a atinge com sua lança, mas esta se despedaça ao ir de encontro à pele do monstro e, com o impacto, São Jorge cai de seu cavalo. Ao cair, ele rola o seu corpo, até uma árvore de laranjeira, onde fica protegido por ela do veneno do dragão até recuperar suas forças.Ao ficar pronto para lutar novamente, Jorge acerta a cabeça do dragão com sua poderosa espada Ascalon. O dragão derrama então o veneno sobre ele, dividindo sua armadura em dois. Uma vez mais, Jorge busca a proteção da laranjeira e em seguida, crava sua espada sob a asa do dragão, onde não havia escamas, de modo que a besta cai muito ferida aos seus pés. Jorge amarra uma corda no pescoço da fera e a arrasta para a cidade, trazendo a princesa consigo. A princesa, conduzindo o dragão como um cordeiro, volta para a segurança das muralhas da cidade. Lá, Jorge corta a cabeça da fera na frente de todos e as pessoas de toda cidade se tornam cristãs.O dragão (o demônio) simbolizaria a idolatria destruída com as armas da Fé. Já a donzela que o santo defendeu representaria a província da qual ele extirpou as heresias.

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São Jorge, a Lua e os Orixás
A ligação de São Jorge com a lua é algo puramente brasileiro, com forte influência da cultura africana. Tal associação se dá porque na Bahia o santo é associado a Oxossi, orixá associado a lua. No Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e em Recife, no candomblé e na umbanda, o santo é associado a Ogum. A tradição diz que as manchas apresentadas pela lua representam o milagroso santo, seu cavalo e sua espada pronto para defender aqueles que buscam sua ajuda.São Jorge na cultura popularDia 23 de abril, para algumas das religiões afro-brasileiras, é o dia em que se fazem homenagens ao santo. Jorge de Capadócia é uma música de Jorge Ben, interpretada também por Caetano Veloso, Fernanda Abreu e pelos Racionais MC's. As tatuagens com o santo estão entre as que fazem mais sucesso no Brasil.Atualmente existe uma grande variedade de produtos de moda que possuem a estampa de São Jorge, desde simples camisas a até mesmo bolsas de marcas famosas.São Jorge é tido como o padroeiro do Corinthians. Acredita-se que sua história de devoção e fidelidade à Verdade cristã até o fim de seu martírio seja a origem do termo "Fiel", popular entre os torcedores e presente em várias agremiações corintianas.

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Existe um romance sobre São Jorge criado pelo escritor italiano Tito Casini chamado Perseguidores e Mártires (no Brasil, editado pelas Edições Paulinas, por volta de 1960). No livro, São Jorge é retratado como o verdadeiro paladino da Capadócia que, apesar de ser perseguido pelo tirano imperador Diocleciano, manteve-se fiel ao Império Romano, mas também a Cristo e se recusou a contrair alianças com o genro do imperador, Galério, que pretendia ter o apoio do conde da Capadócia para deliberar um golpe contra Diocleciano, o que terminantemente, o santo militar recusou. São Jorge é considerado o santo padroeiro dos jogadores de RPG. A banda inglesa Iron Maiden fala de São Jorge na música "Flash of the Blade", no álbum Powerslave. A banda brasileira Angra utilizou a imagem do santo na capa do álbum Temple of Shadows.

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Desde 1969, Igreja Católica tornou opcional a celebração a São JorgeEmbora muitos considerem que sua história não passe de um mito e outros até mesmo acreditem que o santo tenha sido cassado pela Igreja Católica, o martírio de São Jorge e o seu culto continuam sendo reconhecidos pelo catolicismo. A lenda do guerreiro que matou o dragão havia sido rejeitada no século 5 por um concílio, mas persistiu e ganhou enorme popularidade no tempo das Cruzadas. "A imagem atual é fruto de uma lenda. Isso não quer dizer, no entanto, que esse santo não existiu e que o martírio dele não foi significativo", diz o monsenhor Arnaldo Beltrami, vigário episcopal de comunicação da Arquidiocese de São Paulo. No dia 9 de maio de 1969, a observância do Dia de São Jorge tornou-se opcional, com a reforma do calendário litúrgico, realizada pelo papa Paulo VI. A reforma retirou do calendário litúrgico as comemorações dos santos dos quais não havia documentação histórica, mas apenas relatos tradicionais. Daí ter-se falado, naquele tempo, em "cassação de santos". Mas o fato da celebração do Dia de São Jorge tornar-se opcional não significa o não reconhecimento do santo.

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imagem conhecida de todos, do cavaleiro que luta contra o dragão, está relacionada às lendas criadas a partir da Idade Média. Há uma grande variedade de histórias relacionadas a São Jorge. O relato e a imagem de todos conhecidos, do cavaleiro que luta contra o dragão, começaram a ser difundidos na Idade Média . A imagem atual do santo, sentado em um cavalo com uma lança que atravessa um dragão, está relacionada às diversas lendas criadas a seu respeito, contadas de várias maneiras em suas muitas paixões. A versão mais corrente dá conta que um horrível dragão saía de vez em quando das profundezas de um lago e atirava fogo contra os muros de uma longínqua cidade do Oriente, trazendo morte com seu mortífero hálito. Para não destruir toda a cidade, o dragão exigia regularmente que lhe entregassem jovens mulheres para serem devoradas. Um dia coube à filha do Rei ser oferecida em comida ao monstro.

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O Monarca, que nada pôde fazer para evitar esse horrível destino da tenra filhinha, acompanhou-a com lágrimas até às margens do lago. A princesa parecia irremediavelmente destinada a um fim atroz, quando de repente apareceu um corajoso cavaleiro vindo da Capadócia, montado em um cavalo branco, São Jorge. Destemidamente, enfrentou as perigosas labaredas de fogo que saíam da boca do dragão e as venenosas nuvens de fumaça de enxofre que eram expelidas pelas narinas do monstro. Após um duro combate, finalmente São Jorge venceu o terrível dragão, com sua espada de ouro e sua lança de aço. O misterioso cavaleiro assegurou ao povo que tinha vindo, em nome de Cristo, para vencer o dragão. Eles deviam converter-se e ser batizados. Para alguns, o dragão (o demônio) simbolizaria a idolatria destruída com as armas da Fé. Já a donzela que o santo defendeu, representaria a província da qual ele extirpou as heresias. A relação entre o santo e a lua viria de uma lenda antiga que acabou virando crença para muitos. Diz a tradição que as manchas apresentadas pela lua representam o milagroso santo e sua espada pronto para defender aqueles que buscam sua ajuda.

Ogum é o senhor do caminho!



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SAIBA MAIS SOBRE ESSE ORIXÁ OGUM!
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ANIMAIS: Cachorro las (na África) - Malhado Bode - Boi - Galo Vermelho

BEBIDA: Suas bebidas fortes são a cerveja eo "batizado" (Aniz, mel, água). Na África: potes de vinho de Palma.

COMIDA: Suas "comidas secas" prediletas são uma feijoada, farofa, o xinxim, acaragé, milho branco. Suas comidas mais fortes são uma feijoada (tres tipos de feijões) eo mingau forte (camarão, inhame, farinha, leite de coco e amendoim torrado). Na África: cães e caramujos, feijão regado com azeite de dendê.

CORES: Azul Escuro, Verde, Vermelho, Amarelo

DANÇA COM: Espada e enrola-se Mario (nova em folha desfiada do dendezeiro)DATA FESTIVA: 23 de Abril

DIA DA SEMANA: Terça-Feira, para alguns, Quinta-Feira

DOMÍNIO: Caminhos, Demanda, Guerra, Movimento, Mata Fechada

ELEMENTOS: Ferro, Ima, Perita

FALANGEIROS MAIS CONHECIDOS: Beira Mar - Malei - De Lei - Rompe Mato - Iara - Matinata - SeteOndas - Mege - Ronda De - Nagô - Narue

FILIAÇÃO: Oxalá e Yemanjá

O QUE FAZ: Orixá da guerra, deus do ferro, aquele que forja o ferro e transforma em instrumento de luta, protege os filhos contra os perigos do dia dia e nas demandas.

ONDE RECEBE AS OFERENDAS: Nas matas, debaixo de arvores e copadasicies plano

QUEM É: É o orixá do ferro, dos ferreiros, engenheiros, militares, e de todos que Utilice esse metal.

SAUDAÇÃO: Ogum, ê!; Ogunhê (Ogum Olá!); Patakori Ogum, Ogum Lê

SEUS FILHOS SÂO: Magros geralmente, com estatura mediana-alta, corpo atlético, ombros largos, cabelos crespos e cheios, queijo pontudo

SEUS FILHOS USAM: Contas de louça azul escuro, ou verde com riscos azuisSÍMBOLOS: Binários Espada lança de ferro, ponta de flecha facão, enxada, enxo

SINCRETISMO: São Jorge, Santo Antonio, São Miguel Arcanjo, Santo Expedito e São Sebastião